ruy belo, portugal
|
Mas que sei eu das folhas no outono ao vento vorazmente arremessadas quando eu passo pelas madrugadas tal como passaria qualquer dono?
Eu sei que é vão o vento e lento o sono e acabam coisas mal principiadas no ínvio precipício das geadas que pressinto no meu fundo abandono
Nenhum súbito súbdito lamenta a dor de assim passar que me atormenta e me ergue no ar como outra folha
qualquer. Mas eu que sei destas manhãs? As coisas vêm vão e são tão vãs como este olhar que ignoro que me olha
todos os poemas II- assírio & alvim- 2004- envio: Amélia Pais
|
Por lobitogabriel - 5 de Noviembre, 2007, 15:36, Categoría: poesia
Enlace Permanente
| Comentar
| Referencias (0)
|